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	<title>Grupo Escoteiro Japão - 140RS &#187; História</title>
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	<description>Nem melhores nem piores. Apenas diferentes.</description>
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		<title>Origem Ramo Lobo</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 14:14:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Ramo Lobo]]></category>
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		<description><![CDATA[Baden Powell não teve tempo suficiente para escrever o Manual do Lobinho durante a Primeira Guerra Mundial, porém, anunciou que o faria pouco tempo depois. Com a erupção da guerra, as mulheres tomaram os lugares antes ocupados pelos jovens, que haviam respondido aos apelos do exército. Assim, foi permitido o ingresso de senhoras e senhoritas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Baden Powell não teve tempo suficiente para escrever o Manual do Lobinho durante a Primeira Guerra Mundial, porém, anunciou que o faria pouco tempo depois.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a erupção da guerra, as mulheres tomaram os lugares antes ocupados pelos jovens, que haviam respondido aos apelos do exército. Assim, foi permitido o ingresso de senhoras e senhoritas no Movimento, estas estavam encantadas com a idéia de que pudessem adestrar os pequenos. Suas idéias foram de grande valia na elucidação de problemas especiais que surgiam no adestramento dos pequenos. E nesta leva feminina que surge o braço direito do Fundador, no ramo lobinho: a Srta. Vera Barclay.</p>
<p style="text-align: justify;">O seu encontro com o Fundador deu-se no dia 16 de junho de 1916 em uma conferência em Londres, onde Chefes de Lobinhos reuniram-se para reivindicar o esperado Manual do Lobinho, que contivesse um esquema específico para o ramo.</p>
<p style="text-align: justify;">Vera Barclay não compareceu a conferência movida pelos seus objetivos uma vez que lobinhos não lhe interessavam, sua fixação eram os escoteiros. Porém, havia recebido um convite especial de B.P. que queria conversar com ela.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo de B.P. era contratá-la para juntar-se a equipe do Headquarters e trabalhar no projeto dos lobinhos. A idéia não a entusiasmou muito uma vez que lobinhos não eram o seu trabalho, e fechar-se em um escritório em Londres não estava em seus planos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em sua atuação com escoteiros nas áreas carentes de Londres recebeu de companheiros mais formais a crítica de que os rapazes não atendiam perfeitamente a todos os aspectos da Lei Escoteira. Deu, então, uma resposta que se tornou famosa: &#8220;O que interessa é, que pelo escotismo, os rapazes se tornem melhores!&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, em virtude de um joelho machucado, estava afastada de suas funções de enfermeira no &#8220;Netley Red Cross Hospital&#8221; e além do mais, como admitiu posteriormente, era um grande serviço para o escotismo isolar os meninos pequenos e seus persistentes chefes dentro de suas próprias competências.</p>
<p style="text-align: justify;">Não demorou muito, porém, e os lobinhos conquistaram completamente a sua simpatia, instalando-se definitivamente dentro de seu coração, de forma que a fizesse fazer de tudo para que eles fossem aceitos na fraternidade escoteira, pleiteando junto ao Headquarters tudo o que eles queriam.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela dedicou-se com entusiasmo na organização do Manual do Lobinho, intercalando ao famoso manuscrito de B.P. recortes, seus desenhos feitos a pena e bilhetes que encontrava jogados sobre sua mesa, contendo novas idéias de B.P. muitas vezes anotadas em papéis de suas lâminas de barbear. O Manual ficou também enriquecido com suas próprias opiniões acerca das insígnias e especialidades que constituiriam a parte II do Manual.</p>
<p style="text-align: justify;">O Manual do Lobinho está impregnado de suas influências, feitas com entusiasmo e imaginação e, principalmente de um grande conhecimento da natureza de meninos pequenos. Ela via claramente a necessidade de conservar a essência, tanto quanto o método de treinamento, o tão distinto quanto possível daqueles do escoteiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta posição futuramente influiu fortemente para a sua indicação como Comissária do Quartel General para Lobinhos, posto que ela manteve até 1927.<br />
Porém, o que veio responder a procura de Baden Powell por algo atraente, especial, capaz de sustentar a fantasia e contribuir com a formação da criança foi o Livro da Jângal, cuja adoção revolucionou completamente o esquema.</p>
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		<title>A origem da Flor-de-Lis no Escotismo</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 00:31:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
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		<category><![CDATA[flor de li]]></category>
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		<description><![CDATA[Em 1924, Lord Baden-Powell escreveu um artigo pouco conhecido, provavelmente editado na revista The Scout, que a seguir transcrevemos: “O emblema é uma flor de lis, símbolo de paz e pureza. A história da flor de lis enquanto emblema remonta a muitos séculos atrás, senão mesmo milhares de anos. Na Índia antiga, simbolizava a vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em 1924, Lord Baden-Powell escreveu um artigo pouco conhecido, provavelmente editado na revista The Scout, que a seguir transcrevemos:</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>O emblema é uma flor de lis, símbolo de paz e pureza. A história da flor de lis enquanto emblema remonta a muitos séculos atrás, senão mesmo milhares de anos. Na Índia antiga, simbolizava a vida e a ressurreição, enquanto que no Egito era um atributo do deus Horus, cerca de 2000 anos antes de Cristo.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Alguns anos atrás, enquanto era ajudante de campo no meu Regimento, descobri que alguns jovens recrutas eram pouco melhores do que rapazes meio educados. Após alguns anos, quando comandava um esquadrão de cavalaria na Irlanda, treinava os meus homens a serem exploradores, para além dos seus deveres ordinários de combater nas fileiras.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ensinei-os a encontrar o seu caminho através de territórios desconhecidos lendo e desenhando mapas e redigindo relatórios daquilo que tinham visto, cada homem por si, de noite e de dia; a atravessar rios com os seus cavalos, cozinhar a sua comida, seguir rastos e a manterem-se camuflados enquanto observavam o inimigo. Pensei que algum mérito lhes era devido e conseguir autorização do Departamento de Guerra para conceder a cada homem que se qualificasse como explorador, um emblema que o distinguisse.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Escolhi a flor de lis, que apontava no norte nas bússolas, pois, tal como o compasso, estes exploradores podiam mostrar o caminho certo para atravessar um território desconhecido.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Quando os Escoteiros começaram, anos mais tarde, usei o mesmo emblema para eles, pois, tal como nos exploradores militares, que através do desenvolvimento do seu sentido de dever e hombridade podiam prestar uma ajuda valiosa ao exército, assim os Escoteiros podiam prestar um igualmente valioso serviço ao seu país.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O atual significado que se deve ler da flor de lis é que aponta na direcção certa e para cima, não virando nem à esquerda nem à direita, uma vez que estes caminhos poderiam levar de novo para trás. As estrelas nas pétalas também podem ser interpretadas como indicação de caminho a evitar, embora o seu significado mais conhecido seja o dos dois olhos do Lobo que se abriram antes de se tornar Escoteiro, quando obteve a sua insígnia de 1ª classe ou a 2ª estrela.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>As três pétalas da flor de lis relembram ao Escoteiro os três artigos da sua Promessa.</em>”</p>
<p><a href="http://www.gejapao.org/wp-content/uploads/2010/01/flordelis_explorador_insignia.gif" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-18  alignleft" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="flor de lis de metal" src="http://www.gejapao.org/wp-content/uploads/2010/01/flordelis_explorador_insignia.gif" alt="flor de lis de metal" width="109" height="180" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Flor-de-lis de metal (desenhada por BP em 1897, quanto estava ao serviço do 5th Dragoon Guards e atribuída aos exploradores militares que tinha treinado. Foi adaptada no exército britânico em 1905 sendo usada até ao final da I Grande Guerra, em 1918. Foi feita em dois tamanhos, sendo a maior a de 1ª classe e a pequena de 2ª classe, cada uma com ou sem a barra horizontal.</p>
<p style="text-align: justify;">Adaptação para Português de um artigo no site<br />
Johnny Walker&#8217;s Pages on Milestones to Scouting</p>
<p>http://www.scoutingmilestones.freeserve.co.uk/</p>
<p>Copyright C.R. Walker©, 2001</p>
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		<title>Flor-de-Lis</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 21:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[História]]></category>
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		<category><![CDATA[flor de li]]></category>
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		<description><![CDATA[A Flor-de-Lis é um símbolo histórico, político, monárquico e ao mesmo tempo misterioso. Sua idade é milenar e sua origem, incerta. As mais antigas imagens de Flor-de-Lis semelhantes às usadas na idade média da Europa são alto-relevos Assírios (antigo reino na região da mesopotâmia) que datam de 3000 a.C. Alguns historiadores defendem que a flor-de-lis, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.gejapao.org/wp-content/uploads/2010/01/moeda-flor-de-lis-antiga.jpg" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-10 alignright" title="Moeda Flor-de-lis antiga" src="http://www.gejapao.org/wp-content/uploads/2010/01/moeda-flor-de-lis-antiga.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a href="http://www.gejapao.org/wp-content/uploads/2010/01/pi-flor-de-lis-antiga.jpg" rel="lightbox"><img class="size-full wp-image-9 alignright" title="Flor-de-Lis antiga" src="http://www.gejapao.org/wp-content/uploads/2010/01/pi-flor-de-lis-antiga.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A Flor-de-Lis é um símbolo histórico, político, monárquico e ao mesmo tempo misterioso. Sua idade é milenar e sua origem, incerta. As mais antigas imagens de Flor-de-Lis semelhantes às usadas na idade média da Europa são alto-relevos Assírios (antigo reino na região da mesopotâmia) que datam de 3000 a.C.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns historiadores defendem que a flor-de-lis, que era usada em mapas para indicar o norte, derivou de um sapo. Conta-se que o rei Clóvis, fundador da nação francesa, resolveu converter-se ao Cristianismo no ano de 496, tendo escolhido para seu símbolo real um sapo dourado. Talvez por este animal não se adequar ao estatuto da realeza, o símbolo ter-se-á renovado ao longo dos anos, originando um aspecto mais parecido com a ponta das setas que os franceses adoptaram para os seus exércitos. Ainda assim, houve quem procurasse neste novo aspecto uma imagem mais pacífica, assemelhando-se, então, a uma flor-de-lis.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1302, o navegador italiano Flávio Gioja inventou a bússola como instrumento de navegação fiável, adoptando a flor-de-lis (ou ponta de seta) para indicar o norte, em honra do rei de Nápoles, Carlos de Anjou, descendente da coroa francesa e cujo brasão continha a flor-de-lis da realeza.</p>
<p style="text-align: justify;">Na década de 1890, Baden-Powell adoptou a flor-de-lis usada nos mapas como insígnia (metálica) para certificar os militares que completassem com sucesso um curso de exploradores que ele próprio criou. Em 1907, no acampamento experimental de Brownsea, usou a mesma insígnia metálica para certificar os rapazes que completassem as provas, introduzindo a flor-de-lis no escutismo. Inicialmente, o símbolo foi divulgado como a ponta de uma seta, mas, por força das críticas surgidas de que o símbolo do escutismo era um símbolo bélico, em vez da simples origem na tradição náutica, muitos países passaram a adoptar a flor-de-lis para descrever o símbolo do escutismo.</p>
<p style="text-align: justify;">(baseado num trabalho de Piet Kroonenberg, historiador do esc0tismo)</p>
<p><img class="size-full wp-image-29 alignleft" style="float:none;" title="flor01" src="http://www.gejapao.org/wp-content/uploads/2010/01/flor01.gif" alt="Reprodução do sapo dourado" width="74" height="105" /><img class="size-full wp-image-30 alignleft" style="float:none;" title="flor02" src="http://www.gejapao.org/wp-content/uploads/2010/01/flor02.gif" alt="Brasão de Carlos de Anjou" width="110" height="130" /><img class="size-full wp-image-31 alignleft" style="float:none;" title="flor04" src="http://www.gejapao.org/wp-content/uploads/2010/01/flor04.gif" alt="Reprodução da insígnia militar criada por B-P" width="83" height="132" /></p>
<p><br style="clear: both;" /></p>
<h2>Descrição da Flor-de-Lis</h2>
<p><a href="http://www.gejapao.org/wp-content/uploads/2010/01/flordelis_postal.gif" rel="lightbox"><img class="alignleft size-medium wp-image-22" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="flor de lis postal" src="http://www.gejapao.org/wp-content/uploads/2010/01/flordelis_postal-237x300.gif" alt="" width="237" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Neste postal antigo Inglês podemos ver uma descrição simples da Flor-de-Lis.</p>
<p style="text-align: justify;">As 3 pétalas correspondem a:</p>
<p style="text-align: justify;">Good Turns &#8211; Boas Ações<br />
Duty to God &#8211; Dever para com Deus<br />
Scout Law &#8211; Lei do Escoteiro</p>
<p><br style="clear: both;" /></p>
<p style="text-align: justify;">As 2 estrelas de 5 pontas correspondem aos 10 artigos da Lei do Escoteiro.</p>
<p><a href="http://www.gejapao.org/wp-content/uploads/2010/01/flordelis_estrela_esquerda.gif" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-24" title="flordelis_estrela_esquerda" src="http://www.gejapao.org/wp-content/uploads/2010/01/flordelis_estrela_esquerda.gif" alt="" width="150" height="128" /></a><br />
Honourable &#8211; honrado<br />
Loyal &#8211; leal<br />
Helpful &#8211; útil<br />
Friendly &#8211; amigo<br />
Courteous &#8211; cortês</p>
<p><br style="clear: both;" /></p>
<p><a href="http://www.gejapao.org/wp-content/uploads/2010/01/flordelis_estrela_direita.gif" rel="lightbox"><img class="alignleft size-full wp-image-23" title="flordelis_estrela_direita" src="http://www.gejapao.org/wp-content/uploads/2010/01/flordelis_estrela_direita.gif" alt="" width="150" height="133" /></a><br />
Kind &#8211; amável<br />
Obedient &#8211; obediente<br />
Cheerful &#8211; alegre<br />
Thrifty &#8211; económico<br />
Clean &#8211; puro</p>
<p><br style="clear: both;" /></p>
<p><a href="http://www.gejapao.org/wp-content/uploads/2010/01/flordelis_listel_2.gif" rel="lightbox"><img class="alignright size-full wp-image-27" title="flordelis_listel_2" src="http://www.gejapao.org/wp-content/uploads/2010/01/flordelis_listel_2.gif" alt="" width="74" height="47" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O listel por baixo das insígnias associativas pelo mundo fora tem normalmente duas características:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>as pontas são viradas para cima, de modo a lembrar o sorriso do Escoteiro, sorriso com que devemos enfrentar sempre as dificuldades;</li>
<li style="text-align: justify;">o nó na corda debaixo do listel lembra ao Escoteiro a Boa Ação que deve fazer diariamente, à semelhança;</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><br style="clear: both;" /></p>
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